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MÍDIA

Revista EcoLógica entrevista Regina Migliori sobre comunicação sustentável


16/04/2009


O papel dos veículos de comunicação neste momento em que o mundo se volta para a necessidade de ações sustentáveis é “monumental”.
Quando se fala da responsabilidade da mídia, ela é imensa, neste processo de transformação porque, existe uma descrença na possibilidade de mudança que a gente deve em 90% à mídia. O que reforça um modelo, que já não é mais um modelo hegemônico. Mas, ele ainda é um modelo que ainda está instalado. A afirmação é da consultora Regina Migliori. Ela salienta que talvez os comunicadores desconheçam a responsabilidade que possuem. “Eles precisam fazer uma revisão no seu modelo de negócio”, alerta.
Regina considera que existe uma responsabilidade dos comunicadores, que é a difusão e informação, do conteúdo, das experiências, dos resultados que o novo modelo empresarial está tendo. Ela afirma que o posicionamento dos veículos é importante por têm o poder de estimular as empresas a se organizarem neste direcionamento. “O profissional de comunicação precisa parar de se achar neutro. ele não é um papagaio. É alguém que faz escolhas e tem que ser responsabilizado pelos impactos que provoca”, enfatiza.
Segundo a consultora, a natureza de negócio da mídia é responsável por uma dimensão neurológica. Ela explica que o profissional de Comunicação constrói redes neurais (uma forma de dobras ou pregas no cérebro), identificação descoberta recente. Salienta, que os comunicadores sabem como imprimir uma rede neural, chamar a atenção, repetir a informação para sedimentar até que esteja disponível numa rede de memória.
A consultora alerta que é necessária a revisão na natureza do negócio dos veículos de comunicação. A preocupação dela é de que os profissionais precisam estar atentos para o quanto contribuem para uma transformação benéfica e sustentável. Os mesmos têm que compreender o quanto a ação a partir dos veículos é importante para consolidar atitudes voltadas à sustentabilidade. Atualmente, Regina comenta, que os veículos reforçam e imprimem redes desesperançadas, violentas e “pouco competentes para criar um outro mundo, o que é possível”, evidencia.
Regina lembra que há pouco tempo a discussão era no contexto do direito que as pessoas têm de acesso às informações.
Ela explica que hoje, o assunto é abordado em múltiplas dimensões, “que incluem o direito de acesso à informação, mas que não exclui a responsabilidade do comunicador sobre a da escolha que faz a respeito do conteúdo que vai difundir”, cobra. “O que a gente vê é um processo de denúncia que hoje não faz mais sentido”, critica

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COMUNICAÇÃO CULTURA DE PAZ DESENVOLVIMENTO HUMANO EDUCAÇÃO SUSTENTABILIDADE


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